31/07/2020

Resenha de 'Subversive Need' para o site O SubSolo

A capacidade de se renovar devido a novas circunstancias é uma característica  louvável, e essa frase se encaixa perfeitamente na carreira dos Pernambucanos do Pandemmy, venho acompanhando a carreira deles a algum tempo e é muito bom afirmar que eles lançaram um dos seus melhores registros apresentando  uma nova formação mas o velho ímpeto em fazer metal extremo contestador e violento. 

Guilherme Silva agora assume as funções de guitarrista e vocal e se sai muito bem nas duas funções o seu vocal é bem característico o que vai permitir a gente identificar que estamos ouvindo um som do Pandemmy, que está transitando muito bem pelo Death e Thrash Metal.

Outro ponto que é extremamente positivo  são as temáticas, pois basta  alguns minutos em frente aos noticiários  já é possível perceber que estamos vivendo um cenário que aparentemente saiu de algum álbum de metal extremo ouça por exemplo a 'Xenophobia', que tem parte da letra cantada em idiomas latinos contratando com a violência que os povos de origem principalmente não europeia sofrem.

O trabalho de guitarras é primoroso pois consegue ser orgânico e virtuosos sendo possível perceber a técnica dos músicos mas não é uma demonstração gratuita como podemos conferir em 'Webcaos'. Mostrando maturidade musical o Pandemmy ainda nos apresenta momentos mais cadenciados como em 'I Choose My Blood', e o contra ponto uma musica de extrema velocidade vinda diretamente da velha escola Terror Paranoia é um massacre 

E coroando esse grande momento a banda conta com as participações de Danilo Coimbra do Malefactor na faixa 'Free Mumia (A Panther In The Cage)', e do de Lohy do Rebaelliun na já citada 'Webcaos'. 

Como gosto sempre de citar só um país com extrema desgraça que nos ronda diariamente poderia produzir bandas com essa capacidade destrutiva, que o Pandemmy apresenta aqui.
Por Harley Caires.
Ouça Subversive Need nos links abaixo:
Spotify: https://open.spotify.com/album/0giXP7sUDUnw2S0xux6gYB
Deezer: https://www.deezer.com/al/album/134058262
iTunes: https://music.apple.com/us/artist/pandemmy/1246514297
Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=Ys4zewkLZZE

Interview for Ever-Metal

Hi everyone! Welcome to our new EMQ’s interview with Recife, Brazil based Death/Thrash/Heavy Metal band Pandemmy. Huge thanks to lead guitarist Pedro Valença for taking part.

What is your name, what do you play, and can you tell us a little bit about the history of the band?

Hello, bangers! I’m Pedro Valença, guitarist and founding member of Pandemmy. I’ve been playing guitar since 2005 because I love to play riffs and I love the sound of distortion. I created this group after I left from my first band, called Monstera. I wanted to play not only thrash metal, but also a mix between Thrash and Death Metal. So, in 2009 Pandemmy was born.

How did you come up with your band name?

The name Pandemmy is associated with the concept of the music being spread in a pandemic way. This idea rose in 2009, but we don’t like anything about epidemics or pandemics! The style of the band transits between Death Metal and Thrash Metal, common characteristic of many Brazilian bands that appeared in years 2000.

What Country/Region are you from and what is the Metal/Rock scene like there?

I’m from the Northeast of Brazil, a hot and poor region compared to the South and Southeast part of Brazil. The scene here is very rich in terms of bands, but the public is lower than other states as Rio de Janeiro, São Paulo and Minas Gerais. There are many extreme Heavy Metal bands from Brazilian states in Northeast.
What is your latest release? (Album, EP, Single, Video)

We released our third album, called “Subversive Need”, on March 6th . We have three albums, two EP’s, one split album, one single and one demo. In our YouTube Channel (please subscribe to it) we recorded a series of Lockdown videos because of Covid-19 crisis.


Who have been your greatest influences?

Calling in the name of the band, we have been common influences like Carcass, Kreator, Death and Sepultura. Particularly, I love a lot of bands in several subgenres of Heavy Metal.

What first got you into music?

I enjoyed it when I was a child. But in my teenage years, the interest in music exploded when I heard Iron Maiden for the first time. It was my passport for the music.

If you could collaborate with a current band or musician who would it be?

If I had to choose one musician, it would be Max Cavalera. We like to collaborate with bands from the underground scene too. We trade information about musical production, producers, social media, etc.
If you could play any festival in the world, which would you choose and why?

It’s a hard question because the European summer festivals are like a dream to any heavy metal band. Wacken Open Air is a natural answer. We would also like to play on Rock Hard Fest, in Germany.

What’s the weirdest gift you have ever received from a fan?

We are not so famous to receive weird gifts.

If you had one message for your fans, what would it be?

Now? Stay at home and wait for a medicine to resolve the Corona Virus and the global crisis. Stay home, stay Metal!

If you could bring one rock star back from the dead, who would it be?

Andre Matos (Shaman, Angra, Symfonia, Viper, Andre Matos). It’s very sad to think about his death.

What do you enjoy the most about being a musician? And what do you hate?

Playing our music in new places for new people. Creating music is a necessity that we all feel. The bad part is certainly the human part, egos, disunion.

If you could change one thing about the music industry, what would it be?

The music industry is a pure reflex of the system that we live. Here in Brazil, I believe that Heavy Metal music could be closer with public departments of culture to spread the Heavy Metal culture.

Name one of your all-time favourite albums?

It would be unfair to talk about just one of my favourite albums. “Rust In Peace” (Megadeth), “Covenant” (Morbid Angel), “Burning Bridges” (Arch Enemy), “Violent Revolution” (Kreator), “Symbolic” (Death), “Heartwork” (Carcass), “Arise” (Sepultura)…etc
What’s best? Vinyl, Cassettes, CD’s or Downloads?

I think that all these formats are good to the public that consumes music. The most important thing is to support the bands buying their merchandise (CD’s, T-shirts, etc).

What’s the best gig that you have played to date?

In 2017, at ForCaos festival. It was a great show because the band and the audience were very inspired.

If you weren’t a musician, what else would you be doing?

Each member of Pandemmy has another profession. We are an underground band that seeks to be as professional as possible.

Which five people would you invite to a dinner party?

I would invite someone who wasn’t a Nazi, racist, fascist, xenophobe or of any prejudiced profile.

What’s next for the band?

Currently, we have to survive the Covid-19 pandemic. As long as there is no medicine or vaccine, the promotion of our new album will remain virtual. By the way, we have new songs for the next album. We were planning a European tour before all this situation appeared.

What Social Media/Website links do you use to get your music out to people?

All Pandemmy’s albums are available on main streaming platforms like Bandcamp, YouTube, Deezer, Spotify, Apple Music.

Jaffa Cakes? Are they a cake or a biscuit?

I don’t know. I prefer Ice-Tea and Pizza.

Thank you for your time. Is there anything else that you would like to add?

Thank you so much for support. Follow Pandemmy’s social media (Instagram, YouTube, Facebook, etc). Listen to our new album “SUBVERSIVE NEED” on Spotify, Deezer, Bandcamp and others streaming apps. See you soon!

Link: https://ever-metal.com/2020/07/29/emqs-with-pandemmy/
Ouça Subversive Need nos links abaixo:
Spotify: https://open.spotify.com/album/0giXP7sUDUnw2S0xux6gYB
Deezer: https://www.deezer.com/al/album/134058262
iTunes: https://music.apple.com/us/artist/pandemmy/1246514297
Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=Ys4zewkLZZE

29/07/2020

Resenha de 'Subversive Need' no blog Underground Extremo!

Há tempos que Pandemmy vem dando largos passos para se tornar um dos grandes nomes do nosso metal nacional, e motivos para isso não faltam, além de ser uma banda formada por músicos extremamente técnicos, eles sabem, como poucos, fazer uma sonoridade que já é identificável nos primeiros acordes. Nesse novo trabalho, a banda apresenta um 'mix' entre o 'Thrash' e o 'Death' Metal fazendo assim, um dos seus melhores álbuns.

Esse é o primeiro trabalho onde o guitarrista Guilherme assume os vocais e não faz feio, só fico imaginando o empenho que esse cara vai ter para, além de cantar, executar as linhas de guitarras desse álbum, completam o time da banda o único remanescente da formação original Pedro Valença nas guitarras, Marcelo 'Santa Fé' no baixo e Vitor Alves na bateria.

Time apresentado, vamos ao trabalho, que já ganha muitos pontos positivos pela capa, pois a arte consegue transmitir bem a mensagem que a banda pretende passar ao longo da audição do 'play' o que casa bem com o conceito apresentado nesse álbum, pois não existe terror maior do que a vivência na nossa sociedade atual. 

Deforestation abre o álbum com uma pegada de 'Death Metal Old School' bem arrastada e pesada, lembrando o trabalho dos catarinenses do Orthostat (resenha no link: http://www.undergroundextremo.com/2020/07/resenha-149-monolith-of-time-2019.html).

Na sequência Neo Hate já vem com uso de coros que remetem ao 'Thrash' e ficou simplesmente sensacional, essa influência da velocidade e levada 'thrasheira' pode ser sentida também em Terror Paranoia. 

Webcaos conta com a participação de Lohy, do grande Reabelliun e é uma cacetada sem pudor! Falando em participações, não posso deixar de citar também a presença de Danilo Coimbra (Malefactor e Divine Pain) em Free Mumia (A Panther In The Cage), esse som ao lado de Xenophobia, apresenta letra com críticas ácidas e maduras, mostrando que o Pandemmy não tem medo de se posicionar e por isso mesmo,  ganharam ainda mais o meu respeito. 

Em um ano que vai ficar marcado na história por atitudes estúpidas vindas de vários lados, a arte é um acalento, então mais do que nunca, vamos valorizar o metal nacional e bandas como o Pandemmy, fazem muito por merecer!
Por Harley Caires
Link: http://www.undergroundextremo.com/2020/07/resenha-150-subersive-needs-2020.html
Ouça Subversive Need nos links abaixo:
Spotify: https://open.spotify.com/album/0giXP7sUDUnw2S0xux6gYB
Deezer: https://www.deezer.com/al/album/134058262
iTunes: https://music.apple.com/us/artist/pandemmy/1246514297
Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=Ys4zewkLZZE

20/07/2020

Resenha de 'Subversive Need' no Podcast Tejipior!


Ouça Subversive Need nos links abaixo:
Spotify: https://open.spotify.com/album/0giXP7sUDUnw2S0xux6gYB
Deezer: https://www.deezer.com/al/album/134058262
iTunes: https://music.apple.com/us/artist/pandemmy/1246514297
Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=Ys4zewkLZZE

Resenha de 'Subversive Need' no site Necropsya Metal Radio!

Do Recife, o Pandemmy apareceu em 2009 e desde então vem trazendo um tipo de Metal extremo característico de grandes bandas do gênero, mas é claro, com seu toque e peso únicos na medida.

“Subversive Need” foi produzido, mixado e masterizado em Campina Grande / PB, por Cristiano Costa (Hold Studio), enquanto a arte ficou a cargo do Deafbird Design Lab, ilustrando muito bem a proposta das músicas que passam por momentos caóticos e densos.

Certamente se espera um peso incomum e técnico acima da média, e o que acontece aqui sem dúvida é uma soma interessante,  no mais puro Death / Thrash Metal, eles conseguem potência e dinâmica de impressão essenciais para o Metal.
Em apenas em alguns  minutos, temos momentos criativos e cativantes, mostrando o quanto podemos nos orgulhar de mais um trabalho nacional.

Disponibilizado em (06/03/2020), principalmente em formato digital. Bandas independentes estão cada vez mais usando esse dispositivo digital, o que torna os custos mais baratos.

E neste registro tudo é muito claro, com letras que colocam o dedo na ferida. É um álbum incrível, maduro e crítico, com uma gravação acima do nível e que não se apega a apenas um ritmo, mas, no entanto, de uma audição agradável, citando agora, mas não menos importante, o trabalho de ‘cozinha’ realizado por Marcelo Santa Fé (baixo) e Vitor Alves (bateria). Sem eles, o álbum não teria soado tão coeso.

É complicado  indicar apenas uma ou duas faixas como recomendação, acredito que seja um trabalho completo.
Por Ana Dark.
Link: https://www.necropsyametalradio.com/noticias/resenha-pandemmy-subversive-need/
Ouça Subversive Need nos links abaixo:
Spotify: https://open.spotify.com/album/0giXP7sUDUnw2S0xux6gYB
Deezer: https://www.deezer.com/al/album/134058262
iTunes: https://music.apple.com/us/artist/pandemmy/1246514297
Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=Ys4zewkLZZE

18/05/2020

Entrevista para o blog Rock Vibrations

1 - Nestes 11 anos de carreira, podemos dizer que o som da banda está moldado como almejavam ou ainda pretendem inovar? Devo dizer que estão ótimos atualmente.
Pedro Valença: Obrigado! É bom saber que nosso trabalho está agradando. Na minha percepção conseguimos moldar nossa identidade musical. Porém, continuaremos avançando nas composições com elementos jamais utilizados em nossa discografia. A certeza que posso dar é que não vamos nos repetir.

2 - "Subversive Need" é um álbum excelente e possui muitas características bem produzidas. O que pode nos dizer sobre este ótimo registro?
Pedro Valença: Agradeço novamente pelos elogios. O diferencial deste terceiro álbum de estúdio é que procuramos sempre evoluir na produção técnica e nas composições. Foi a melhor e mais caprichada pré-produção que realizamos. Isso foi determinante para a escolha e definição dos arranjos. Esse método vai se renovar para o próximo álbum. Outro detalhe é que em todos os álbuns do Pandemmy organizamos a ordem das músicas de uma forma heterogenia para que o ouvinte não se canse durante a audição. Tentamos fazer com que as faixas soem distintas uma das outras sem perder a nossa identidade.

3 - Quais são as faixas que vocês mais se identificam neste recente trabalho?
Pedro Valença: Nós curtimos muito executar as músicas Xenophobia, Webchaos e Neohate. Nos identificamos com todas as faixas, pois elas abordam temas que são do nosso interesse. E a parte instrumental também nos deixou satisfeitos.

4 - Manter uma banda de forma ininterrupta é algo para realmente celebrar, não é mesmo? Como vocês enxergam esse estado tão positivo? Sei que os problemas ocorrem, mas no geral, vocês conseguiram se manter por muitos anos.
Pedro Valença: Manter uma atividade artística é desafiador num todo pois trata-se de lidar com o abstrato. Muitas vezes as percepções são particulares e isso pode causar divergências interpessoais. O fator comportamental também é significativo. O diálogo interno é crucial para manter as coisas em ordem, e todos os membros devem flexibilizar opiniões, vontades e decisões. Isso fica bem claro em nosso mini documentário Just Reflections... After Rebellions, lançado no ano passado e disponível no YouTube. Eu fundei o Pandemmy faz onze anos e não posso omitir que houveram momentos de desânimo e vontade de desistir. Mas hoje conto com Marcelo (Santa Fé – baixista) que está na banda há sete anos e Guilherme (Silva – vocalista e guitarrista) há seis anos. Acredito que já nos conhecemos e divergimos o bastante e não rompemos nossos laços e nem o trabalho que temos realizado. O Vitor (Alves – baterista) chegou no ano passado, mas já foi o suficiente para sentirmos que o estilo dele encaixou bem com nossa proposta musical.

5 - Uma das coisas mais legais das bandas brasileiras é o modo como conseguem impor peso e técnica em seu som, principalmente no lado extremo do Metal. Quais são as principais influências de vocês e mais, quais bandas do cenário que poderiam recomendar, que de alguma forma ajudam os demais...
Pedro Valença: apesar de cliché, sempre reforçamos: todos os membros tem suas influências musicas próprias, dentro e fora do Heavy Metal. Posso afirmar as bandas que gostamos em comum: Carcass, Kreator, Megadeth, Sepultura, Hypocrisy, Krisiun. Algumas bandas nacionais como Andralls, Torture Squad e Claustrofobia influenciaram diretamente quando estávamos moldando nossa sonoridade. Não temos ressalvas em afirmar que nosso estilo é o Death Thrash Metal. Nossa abordagem lírica é diferente de 90% dessas bandas que nos inspiraram no início de nossa trajetória. Posso recomendar algumas bandas da cena nordestina: Crashkill, Inner Demons Rise, Torment The Skies, Elizabethan Walpurga, Flamenhell, United For Distortion, Aphorism, Vermiis.

6 - Como tem sido o apoio do público nestes últimos tempos? Estão gostando do feedback após o último álbum, por exemplo?
Pedro Valença: O feedback com o álbum Subversive Need tem nos agradado bastante. Muitas opiniões externas apontam este novo registro de estúdio como nosso melhor trabalho. O desafio agora é tentar divulgá-lo da melhor forma até que a crise do covid-19 seja superada totalmente, o que deve se estender até o próximo ano.

7 - Acho interessante o posicionamento sobre muitos fatos que uma banda tem, então, quais são as principais mensagens que suas canções passam para os seguidores?
Pedro Valença: Cada disco tem sua abordagem lírica. Procuramos refletir nossa época, como ensinou Nina Simone. Em algum momento faremos um trabalho mais abstrato, até para nos desafiarmos como letristas. Em Subversive Need tratamos de temas atuais como as fakenews, a escalada de grupos neofascistas, racismo, xenofobia, prisões políticas, polarização na internet. Não temos receio de nos posicionarmos. Sabemos que parte do publico vai se afastar, mas tem uma outra parte que vai nos apreciar também por isto. Nossa mensagem pode variar de acordo com a temática. Algumas tem caráter mais reflexivas, outras são mais objetivas, exprimindo nossas opiniões. Somos contra o conservadorismo acéfalo que faz com que pessoas defendam cegamente o establishment e o status quoO heavy metal nasceu subversivo. Não há motivos para contrapor essa característica tão importante desta contracultura.

8 - Recentemente vimos uma crescente do LP nos EUA (superando a venda de CDS), porém, sabemos que as mídias digitais tem um papel extremamente importante no mercado atual. Vocês lidam bem com as formas que estamos divulgando a música?gostam de adquirir materiais físicos?
Pedro Valença: Todos nós somos parte do publico que compõe o Heavy metal e por isso gostamos de consumir o merchandise das bandas que admiramos. Também reconhecemos a importância das mídias digitais, assim como sabemos que o metalhead curte o material físico dos grupos. Esperamos disponibilizar, ainda em 2020, o CD de Subversive Need.

9 - Antes de finalizarmos, gostaria de saber se vocês possuem muitos planos para os próximos meses, afinal, estamos com tantos problemas atualmente, não é mesmo?!
Pedro Valença: Iremos divulgar o álbum Subversive Need da forma que for mais apropriada diante dessa crise sanitária de escala global. Todos estamos ansiosos para voltar aos palcos, mas nos vemos obrigados a agir com pragmatismo para evitar riscos desnecessários.

10 - Obrigado pela entrevista, gostaria de deixar um recado final?
Pedro Valença: Queria agradecer pelo espaço aqui na Rock VibrationsApoiem os sites que divulgam o metal brasileiro! Nossa discografia está disponível nas plataformas de streaming, então, quem curtir nossa música pode nos ajudar curtindo/seguindo nossos perfis nas redes sociais (YouTube, Instagram e Facebook). Continuem se precavendo contra o corona virus – que não tem nada de 'gripezinha' como disse um certo tolo. Quem puder fique em casa, usem máscaras e lavem bem as mãos.

Por Vinny Almeida
Ouça Subversive Need nos links abaixo:

17/05/2020

'Subversive Need': review by Metal Addicts

Once more it is always great to have the pleasure and the honor to review a band again. Here the honor is Pandemmy with “Subversive Need.” Metal Addicts has reviewed two efforts of the band which are 2017’s “Rise of a New Strike” and 2019’s split album “Obliteration.” Both killing machines, if you ask me.

“Subversive Need” is the new effort we have just received and Pandemmy prepared lots of changes in its sonance. If in “Rise of a New Strike” the band showed some Melodeath features, now they are wide open. However, the album bounces wisely through some Punk and Raw Death Metal influences as well. At first, the fan used to Pandemmy’s music feels the thrill with the pungent “Deforestation” with its funeral and cavernous vocals – not the usual for the band portfolio. In a way, the track causes a shock to the fan. It is so unexpected. Well, the album goes all this way. Behold fan! “Neohate” speeds up a little maintaining the cavernous vocals with a more Death Metal wrapping than the opening track. Its martial drumming gives a awesomeness to the track like preparing to war mood. And war is what you get here. The neat instrumental featuring a strumming acoustic guitar intro bridging to a beautiful guitar solo in “I Choose My Blood” prepares to a track full of Amon Amarth references. From where I’m sitting, it’s the strongst track of the album. The more melodic features give it an out-of-this-world mood plus the cadenced guitar riffing. It’s such a different album which only a bold band as Pandemmy could ever imagined. So says “Charlottesville” with its Metallica-ish drumming intro with those guitar strikings that in a sudden speeds up to a fantastic Death Metal track.

What comforts the fan is that the acid social critique in the lyrics is well-preserved. Also does the solid and neat instrumentals which is a stapler of the band. Pandemmy keep their tradition of criticizing this sad and lonely and pathetic world we live on. The acoustic “The Illusion of Suffering” says so with its shrieking and debauched vocals as choir of demons. “Subversive Need” is bold and subversive to the bone.

By Ivson Poleto.
Ouça Subversive Need nos links abaixo: